Ele ria à medida que escrevia, lia e pensava: ria do assunto, caía na gargalhada com a presunção de seus praticantes, rolava de rir dos erros deles, chorava às gargalhadas com suas inconsistências, zombava dos leitores, ria baixinho dos correspondentes, sorria por sua própria tolice de se envolver em tal negócio, dava risadas com as críticas de seus livros e teve acessos de riso à minha custa ao ver que eu estava realmente organizando a Sociedade Forteana” (Henry Holt, sobre Charles Fort em prefácio d’ O livro dos danados, apud Stephen J. Spignesi, Os 100 maiores mistérios do mundo: A lista mais completa sobre coisas estranhas e inexplicáveis, capítulo 22)